Muse retoma sua melhor forma em novo álbum
Trio inglês se recupera dos três últimos discos fracos e se esbalda na mistura de canções setentistas com sintetizadores oitentistas e narrativa distópica.
Trio inglês se recupera dos três últimos discos fracos e se esbalda na mistura de canções setentistas com sintetizadores oitentistas e narrativa distópica.
Banda inglesa lança terceiro disco com ótimos momentos, tendo em Hull, cidade no norte da Inglaterra, uma musa inspiradora.
Trio de Oslo tem o mesmo apreço pelo binômio melodia/barulho e prova isso em seu segundo e ótimo álbum, “Vestli”.
Cantora paulista interpreta onze faixas de compositores e compositoras brasileiros, dando novos ares a canções belíssimas, que se revelam e desvelam em arranjos de piano e voz.
Djavan lança “D”, um disco elegante, cheio de belas canções e com arranjos que mantém a classe habitural de suas gravações mais queridas.
Segundo disco da cantora e compositora americana mostra doze canções sobre confusão sentimental, depressão e amor, com ótimo domínio do pop rock alternativo atual.
Josh Rouse retorna com um belíssimo álbum, que retoma o melhor de sua carreira, dosando bem influências de pop, soul e funk setentista com o apuro melódico que só ele tem.
Com maior parte das faixas revendo house music, R&B e pop da virada dos anos 1980/90, Beyoncé se sai bem em “Renaissance”, seu novo álbum.
Equilibrando ótimas influências, Ezra Cohen lança seu primeiro disco solo, cheio de canções diretas e bem escritas sobre amor e cotidiano.
Dupla lança seu sétimo disco e apresenta um afetuoso tributo a Brian Wilson, com canções pouco lembradas e contando com participação do homenageado em “Do It Again”.