“Casinha Branca” e a utopia pós-hippie
Gilson, intérprete e autor de “Casinha Branca”, faleceu em 30 de maio mas sua canção permanece no tempo, como sinal de uma utopia pós-hippie bem brasileira.
Gilson, intérprete e autor de “Casinha Branca”, faleceu em 30 de maio mas sua canção permanece no tempo, como sinal de uma utopia pós-hippie bem brasileira.
Eu decidi muito cedo o que queria fazer da vida. No meu aniversário de 14 anos, meu pai me presenteou com a assinatura de duas revistas: “Superinteressante” e “Bizz”.
Jovem cantora estreia com mix de influências noventistas de rock alternativo da época, com boas canções e postura convincente.
É uma pena que eu não tenha, hoje, nada do Sonny Rollins por aqui, e talvez eu deva procurar meu vendedor de discos pouco ganancioso do Centro do Rio para tentar corrigir essa questão em breve.
Banda escocesa lança disco póstumo, um ano após a morte de seu fundador, Mike Peters e soa forte e urgente como nos melhores dias.
“Good Times”, lançado em 2016, faz dez anos enquanto a banda americana comemora sessenta anos de existência. Disco é praticamente perfeito.
Banda cearense tem no disco mais recente um marco da união entre influências e destinos, com canções que desafiam parâmetros.
O Cordel do Fogo Encantado talvez seja a banda brasileira mais criativa a surgir desde Chico Science e Nação Zumbi.
“Mano” tem oito faixas feitas a partir de diversos níveis de sampling e reimaginação de clássicos do Tremendão.
A Dani era uma garota uns dois ou três anos mais nova, que estudou no mesmo colégio que eu e com quem, alguns anos mais tarde, passei a esbarrar eventualmente no trem quando voltávamos de nossas respectivas faculdades