O irmão caçula do 7 x 1
Derrota para a Noruega, coberturas horríveis, narradores torcendo, bets por todos os cantos, a Copa é o caos total.
Derrota para a Noruega, coberturas horríveis, narradores torcendo, bets por todos os cantos, a Copa é o caos total.
“Confessions II” recoloca a superestrela de volta no caminho da música dançante mais, digamos, tradicional e oitentista, reconectada com que sabe fazer de melhor.
Com roteiro surpreendente e novos personagens sensacionais, “Toy Story 5” foge do maniqueísmo e deve ser visto por todos os pais e mães.
Trio inglês retorna à boa forma em seu melhor álbum dos últimos onze anos, com uma baixada de bola na pretensão e atenção às composições.
Banda australiana deixa de lado a psicodelia em favor de canções mais objetivas e se dá bem com um ótimo disco.
Novo longa de Steven Spielberg usa alegoria de alienígenas para falar sobre verdade, religião, ganância e mudança.
Celebrando a obra prima da banda de Manchester, o disco que subiu The Smiths de prateleira e ganhou o mundo.
Este texto homenageia os trinta anos de “Odelay”, disco do Beck, e a resenha de Zeca Camargo para a Showbizz da época, ambos antológicos.
Terceiro disco da cantora e compositora americana quebra a imagem da “menina bem sucedida” em crônicas sobre o vazio do amor.
Budah lança seu segundo álbum com uma sequência sinistra de 14 faixas sensacionais, falando de afirmação, empoderamento e liberdade femininos.