500 mil mortos e contando
Já morreram 500 mil brasileiros por conta da pandemia de covid-19. O número de vítimas diárias não cai, as pessoas seguem desorientadas e exaustas. E o pesadelo não acaba.
A coluna do editor, com reflexões e cartas para destinatários indefinidos.
Já morreram 500 mil brasileiros por conta da pandemia de covid-19. O número de vítimas diárias não cai, as pessoas seguem desorientadas e exaustas. E o pesadelo não acaba.
De símbolo de rebeldia e independência, a motocicleta tornou-se, através de seus usuários – salvo exceções – sinônimo de conservadorismo e preconceito.
Os meus sentimentos pela morte do Maurlio, durante muito tempo o dono da decisiva SubSom discos, que formou o gosto musical de muita gente boa.
O tal manifesto de Assunção, revelado pelos jogadores da seleção brasileira de futebol afirma a disputa da Copa América e marca a anuência deles com a situação da pandemia e do país.
Depois de 80 anos, o Cinema Roxy, em Copacabana, encerrou suas atividades. Foram quase 81 anos dando a cara ao bairro, há muito desfigurado pelo tempo.
Ontem a bolsomédica nise yamaguchi esteve na CPI do Senado, que investiga a gestão da crise da covid-19
Ato no Rio de Janeiro reúne cerca de 10 mil apoiadores do ocupante da presidência da república e tem hostilidade contra equipe da CNN Brasil, de Caio Coppola e Alexandre Garcia.
Mudança de nome de rua é aprovada em Niterói e a disputa em torno da homenagem ao ator Paulo Gustavo revela o conservadorismo do bairro mais rico da antiga capital fluminense.
Tomei minha primeira dose de AstraZeneca e me sinto injustamente privilegiado num país de abismos, má-gestão, desamparo e desapreço pela vida humana.
Vivemos o tempo mais terrível da história recente do país. Estamos cada um por si. Precisamos ter força para vencer esta comorbidade chamada Brasil.