São Patrício e a pandemia
Seguimos com a rotina diária de mortes inaceitáveis por conta da pandemia, enquanto temos o desejo de beber chope verde. Bora entender um pouco sobre quem foi São Pàtrício?
A coluna do editor, com reflexões e cartas para destinatários indefinidos.
Seguimos com a rotina diária de mortes inaceitáveis por conta da pandemia, enquanto temos o desejo de beber chope verde. Bora entender um pouco sobre quem foi São Pàtrício?
A entrevista da médica Ludhmila Hajjar é assustadora. Ser ministro da Saúde atualmente é cumprir a política que gerou 270 mil mortes e que vai vitimar muito mais gente.
Personagem infantil com arma na mão é um triste espelho da lógica que rege as pessoas que foram conduzidas ao poder. Gente péssima, lamentável e inacreditável.
Já se vão quase seis anos sem ouvir um discurso de um autêntico presidente do Brasil. A última vez foi com Dilma, em 2015. Ontem, Lula mostrou que é imenso e vem aí.
Há exatos dez anos, Caetano Veloso estacionava o carro no Leblon. O resto é história. Que época maravilhosa para se estar vivo, não?
Desagradando ao “mercado”, suscitando ódio dos mais poderosos, Lula é a reencarnação do “pai dos pobres” e acena com possibilidades de um Brasil menos terrível para todos.
A vida do humanista não está fácil no Brasil da pandemia e do pandemônio. Se proteger da covid-19 se tornou um ato político, consequência direta do descaso presidencial com o próximo.
Pode uma canção transcender o seu tempo de composição? Pode. Quando isso acontece e ela se adapta a outras épocas, é porque alcançou o status de obra-prima.
Números só falam a verdade, para o bem e para o mal. Nos dias que passam, temos aprendido a conviver com valores inaceitáveis, colocados todos os dias nas nossas caras.
Vamos todos nos unir para tirar o Projota da casa do bbb! Afinal de contas, somos um povo legal que não aceita ser achincalhado ou espezinhado. É nóis!