Maya Hawke – Blush
Atriz lança seu primeiro álbum com canções orbitando o Alt Country mais tradicional, mas com inspiração também no soft-rock setentista da Califórnia. “Blush” é maduro, bonito e tem vários momentos bacanas.
Atriz lança seu primeiro álbum com canções orbitando o Alt Country mais tradicional, mas com inspiração também no soft-rock setentista da Califórnia. “Blush” é maduro, bonito e tem vários momentos bacanas.
The Killers lança grande álbum sem qualquer pudor em misturar sua veia roqueira bombástica com música dançante oitentista, tudo com cara de 2020. Bela produção, ótimas canções e um dos melhores trabalhos do grupo.
Ex-Superguidis lança disco solo cheio de canções contemplativas sobre a vida e os aprendizados que ela traz. Tom pessoal e belos instrumentais calcados em violões dão a profundidade para um belo trabalho.
Dupla de Chicago lança disco de covers com marca sonora registrada, investindo na doçura e fragilidade que normalmente apresentam em suas canções próprias e se saindo com belos resultados.
Projeto do músico paulista Fernando Lodi tem na experimentação o seu foco e mistura sons e ruídos do cotidiano com impressionismo musical e tonalidades de solidão urbana.
Cantora e compositora britânica estreia em disco com onze faixas lapidares sobre o mundo opressor em sua totalidade. Machismo, preconceito, desigualdade, miséria, burrice, nada escapa à mira de Billy Nomates.
Trio escocês faz música com perfeição milimétrica, mostrando habilidade mas padecendo de alma, temas interessantes e relevância, sendo mais um integrante da escola Muse/Elbow de rock 2020.
Com sete faixas bem gravadas e cheias de virulência verbal, Balla e os Cristais entregam um álbum ideal para que, em pleno 2020, sofre de Brasil.
Vocalista do Manic Street Preachers lança disco baseado na vida do cantor e compositor chileno Victor Jara, torturado e assassinado na ditadura pinochetista. São doze canções belas, pungentes e reveladoras, que fazem justiça à memória do trovador.
Veteraníssima banda britânica vem numa trilogia de belos discos em que o elemento pop foi introduzido em seu blues rock com ótimos resultados. “Whooosh!” é leve, divertido e eficiente.