O Maroon 5 negacionista
Banda californiana nega o pingo de relevância musical que possuía em favor de um pop eletrônico moderninho e safado. À prova de argumentações.
Banda californiana nega o pingo de relevância musical que possuía em favor de um pop eletrônico moderninho e safado. À prova de argumentações.
Novo disco de Ryan Adams não é tão oitentista quanto ele declarou, mas tem a média de boas canções e boas ideias que sempre marcaram seu trabalho solo.
“Blue Weekend”, terceiro disco do Wolf Alice é uma demonstração de como o rock pode soar relevante, rico e cheio de referências bacanas mesmo num mundo pop.
Banda neozelandesa retorna ao disco após 11 anos de hiato e vem transformada com a presença de novos integrantes, mas mantendo a velha qualidade nas canções.
Estreia da cantora americana é redonda e cheia de ótimas canções adolescentes, mostrando que é possível falar de crescer e virar adulto sem abrir mão da simplicidade.
“makeover” é uma compilação de remixes lançados entre 1993 e 2000, que mostram uma nova faceta da elegante e econômica carreira de k.d.lang. Vale cada segundo.
Cheio de releituras criativas e com arranjos sinfônicos, novo álbum de Moby dá novas dimensões para canções importantes enquanto celebra 30 anos de carreira.
Novo álbum do rapper paulista é uma sucessão de cacetadas sonoras na mente do ouvinte, que se vê diante do painel aterrorizante da nossa realidade banalizada, exposta, em carne viva.
Cantora do Pretenders lança álbum com nove versões para faixas pouco conhecidas de Bob Dylan, a maioria delas de sua fase oitentista e religiosa. Uma boa chance para neófitos e partidários do óbvio.
Novo álbum do Lambchop confirma inserção da eletrônica no espectro sonoro do grupo, resultando em faixas fantasmagóricas, lentas e cheias de nuances.