Viúva Negra – Podia ser bem melhor
Longa que traz a história de Natasha Romanoff tem pontos positivos, mas não consegue escapar da precariedade do roteiro. Florence Pugh e David Harbour roubam a cena.
Longa que traz a história de Natasha Romanoff tem pontos positivos, mas não consegue escapar da precariedade do roteiro. Florence Pugh e David Harbour roubam a cena.
Filme estrelado por Yvonne Strahosky e Chris Pratt tem tudo para agradar aos fãs de ficção científica distópica via invasão de monstrengos não-humanos. Bom roteiro, boa direção.
Documentário de Roberto Berliner tem o mérito de incluir a figura de José Fortes na narrativa dos Paralamas do Sucesso com afeto e uma dimensão humana rara de se ver. Excelente.
Indicado a seis Oscars – melhor ator para Anthony Hopkins, melhor filme, melhor atriz coadjuvante para Olivia Colman, melhor
Sequência do sucesso de 1988 é fraca, banal, desnecessária e só faz algum sentido quando chupinha as piadas do original. Vá direto aos dez minutos finais.
Dois filmes mais badalados deste fim de ano mostram que estão aquém das expectativas, ainda que rendam bons momentos em suas tramas.
Documentário sobre a prisão de Caetano Veloso em 1968 mostra a anomalia de se viver sob um regime de exceção e expõe a luta do cantor e compositor pela manutenção da própria sanidade.
Nova versão de “O Homem Invisível” traz Elisabeth Moss e uma narrativa eficaz sobre um relacionamento abusivo.
Novo filme do diretor Ken Loach é uma visão íntima da erosão social e econômica vivida pela classe média empobrecida e serve como um alerta seríssimo sobre a uberização do trabalho.
Mark Ruffalo estreia e produz filme sobre caso verídico de batalha judicial contra a gigante química Du Pont por conta de sucessivas violações de legislação ambiental na Virginia Ocidental.