O genial estudo do pagode de Tom Zé
Sempre considerei Tom Zé um gênio. Talvez seja o artista brasileiro que mais admiro Não só por sua magnífica obra, mas também pela sua trajetória profissional
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Consulte mais informaçãoA cena roqueira do Alto José do Pinho, que surgiu no final dos anos 1980 e início dos 90, foi um fenômeno à parte do Movimento Manguebeat
Consulte mais informação“Pablo Honey”, álbum de estreia do Radiohead, foi lançado no dia 22 de fevereiro de 1993. Naquela época, eu estava profundamente mergulhado no metal, punk, hardcore e grunge.
Consulte mais informaçãoO Jorge Cabeleira e o Dia em que Seremos Todos Inúteis foi a banda da geração mangue que mais investiu na psicodelia nordestina.
Consulte mais informação“Cabeça Dinossauro” foi meu presente de Natal de 1986. Eu tinha 12 anos, e foi um pedido que fiz para minha mãe.
Consulte mais informaçãoConsegui o contato de Tinhorão com o jornalista Pedro Alexandre Sanches. Liguei para seu escritório no Instituto Moreira Sallles e me identifiquei como marxista.
Consulte mais informaçãoDas bandas da Geração Mangue, o Eddie é a que tem a trajetória mais interessante. E justo pela sua capacidade de se metamorfosear.
Consulte mais informaçãoFrescor juvenil, avalanches de guitarras e letras que parecem fazer parte da trilha-sonora de todo mundo que enfrentou o duro período da vida entre os 17 e 22 anos.
Consulte mais informaçãoO The Playboys foi a banda mais iconoclasta que surgiu no cenário nacional. Só poderia ser de Recife, Pernambuco.
Consulte mais informaçãoEm janeiro de 1994 eu tinha 19 anos. Encarei dois dias de ônibus entre Recife e São Paulo para ver o Sepultura no “Hollywood Rock” daquele ano.
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