Lake Street Dive – O novo velho pop
Se você tem saudade do tempo em que o pop não era sinônimo das divas eletro-excessivas vigentes, o Lake Street Dive chega para atender o seu desejo mais secreto. Ouça já.
Se você tem saudade do tempo em que o pop não era sinônimo das divas eletro-excessivas vigentes, o Lake Street Dive chega para atender o seu desejo mais secreto. Ouça já.
Personagem infantil com arma na mão é um triste espelho da lógica que rege as pessoas que foram conduzidas ao poder. Gente péssima, lamentável e inacreditável.
Versão chegará em 16 de abril e trará releituras das faixas do mais recente álbum de Paul McCartney, a cargo de gente como Beck, Damon Albarn, Josh Homme, entre outros.
Sétimo disco do REM, marcado por “Losing My Religion” e “Shiny Happy People” é, na verdade, introspectivo e genial, o primeiro de uma série de obras brilhantes que a banda lançaria nos 1990.
Já se vão quase seis anos sem ouvir um discurso de um autêntico presidente do Brasil. A última vez foi com Dilma, em 2015. Ontem, Lula mostrou que é imenso e vem aí.
Há exatos dez anos, Caetano Veloso estacionava o carro no Leblon. O resto é história. Que época maravilhosa para se estar vivo, não?
Oitavo disco do Kings Of Leon joga com as expectativas dos fãs enquanto entrega uma safra especialmente boa de canções do grupo.
Desagradando ao “mercado”, suscitando ódio dos mais poderosos, Lula é a reencarnação do “pai dos pobres” e acena com possibilidades de um Brasil menos terrível para todos.
Cantor e compositor mineiro segue lançando bons álbuns, retoma parceria com o irmão Márcio Borges e se sai com dez canções que soam revolucionárias em tempos como os atuais.
Sequência do sucesso de 1988 é fraca, banal, desnecessária e só faz algum sentido quando chupinha as piadas do original. Vá direto aos dez minutos finais.