Cícero – Cosmo
Cícero Rosa Lins chega ao quinto disco com uma obra considerável e multifacetada, usando timbres, sutilizas e detalhes, ele mapeia a visão do cotidiano e fala de saudade e gentileza em tempos estranhos.
Cícero Rosa Lins chega ao quinto disco com uma obra considerável e multifacetada, usando timbres, sutilizas e detalhes, ele mapeia a visão do cotidiano e fala de saudade e gentileza em tempos estranhos.
Cornershop ressurge com disco sensacional, psicodélico, diversificado, com influências de hip hop, eletrônica, acid rock e canções pop sessentistas, resultando num dos trabalhos mais legais deste ano até o momento.
Letrux mostra o outro lado da vida urbana da geração que está nos 30 e tantos anos. Após o “Climão” do álbum anterior, este novo trabalho mapeia a volta ao abismo do cotidiano.
Mandy Moore, a Rebecca Pierson de “This Is Us”, retorna ao disco com um ótimo disco banhado nas águas do folk rock setentista americano, especialmente pautado pelo Fleetwood Mac de “Mirage”. “Silver Landings” é uma lindeza.
Chris Robinson volta a atacar com um projeto revisionista de covers cósmicas, revisitando Bob Dylan, Gram Parsons, Rolling Stones e toda uma galera do “Californa State Of Mind”.
Luke Haines (ex-The Auteurs e Black Box Recorder) e Peter Buck (ex-REM) juntam forças em disco que faz crônica da modernidade sem compromisso de informar, soando como um ramalhete de histórias adoravelmente desconexas.
Lô Borges segue em fase prolífica, lançando outro disco de inéditas, menos de um ano após o anterior. “Dínamo” é um clássico trabalho do compositor mineiro.
Banda de Nova Jersey lança lindo álbum, cheio de guitarras e teclados que se entrelaçam e dissertam sobre amor, angústia e a vida cotidiana. Talvez seja o mais belo trabalho do Real Estate.
Banda canadense de um homem só lança disco com ênfase na música eletrônica, que visa privilegiar a surpresa e a fusão inesperada de ritmos e possibilidades. É um dos grandes álbuns de 2020 desde já.
Ozzy Osbourne lança novo álbum, “Ordinary Man”, com boas canções e os velhos erros/acertos de sempre, mas merecia uma produção mais interessante e fiel aos sons pesados.