Bush – The Kingdom
Banda inglesa ressurge com disco fidelíssimo às suas origens, evocando belos momentos de guitarras pesadas e letras desesperadas, tudo num invólucro sonoro de fazer inveja a grupos novinhos no rock 2020.
Banda inglesa ressurge com disco fidelíssimo às suas origens, evocando belos momentos de guitarras pesadas e letras desesperadas, tudo num invólucro sonoro de fazer inveja a grupos novinhos no rock 2020.
Banda lança disco com faixas gravadas em 2015 e mostra mais coesão e composições melhores que o trabalho anterior. Jim James é um dos grandes vocalistas e compositores do rock americano da atualidade.
Pretenders não desperdiçam um segundo em seu novo álbum, trazendo dez faixas bem tocadas, bem produzidas, bem pensadas, num dos momentos de maior coesão de toda a carreira. “Hate For Sale” é ótimo.
Novo álbum dos Jayhawks tem várias canções belíssimas, fruto da colaboração de todos os integrantes como compositores, arranjadores e vocalistas. É um dos trabalhos mais belos de 2020.
Novo disco de Fernanda Takai é uma lindeza de alternância de singeleza e força, mostrando personalidade na escolha do repertório e das versões. A produção e parceira com John Ulhoa só reforça a presença dela como uma das grandes cantoras brasileiras da atualidade.
O novo disco de Rufus Wainwright é arrebatador. Melodias, arranjos, performance, tudo é superlativo e o recoloca como um dos mais interessantes artistas em atividade no cenário mundial.
“Modfather” lança seu 15º disco “On Sunset”, oscilando entre canções belas e experimentos ousados, que mostram coerência e espírito aventureiro. Weller está à vontade e se apropria de várias referências.
Trio texano faz música mundial sem medo de unir fronteiras e referências sob o signo da psicodelia e do funk baixos teores. Em “Mordechai”, o Khruangbin se posiciona como um dos grupos mais bacanas da atualidade.
CeeLo grava álbum com produção de Dan Auerbach, revisitando sonoridades clássicas do pop americano da virada dos anos 1960/70, com muita propriedade e resultados excelentes.
Terceiro disco das irmãs Haim acerta em cheio no formato pop e reverencia, ao mesmo tempo, o som da Califórnia setentista e do cancioneiro pop da virada dos anos 1980/90. Uma lindeza ensolarada.