Fernanda Porto renasce em “Contemporâne@”
Cantora paulista interpreta onze faixas de compositores e compositoras brasileiros, dando novos ares a canções belíssimas, que se revelam e desvelam em arranjos de piano e voz.
Cantora paulista interpreta onze faixas de compositores e compositoras brasileiros, dando novos ares a canções belíssimas, que se revelam e desvelam em arranjos de piano e voz.
Duas bandas que tiveram o auge nos anos 1990 seguem vivas e lançam discos em pleno 2022. Ainda vale a pena ouvir essas e outras bandas da época?
Djavan lança “D”, um disco elegante, cheio de belas canções e com arranjos que mantém a classe habitural de suas gravações mais queridas.
Completando 30 anos, Dirty, oitavo álbum do Sonic Youth, é um dos pontos altos da banda que apadrinhou e inspirou o Nirvana
Refazenda é o ponto de partida da chamada “trilogia Re”, de Gilberto Gil e uma revisita ao início de sua carreira, ao sertão, à Tropicália.
Segundo disco da cantora e compositora americana mostra doze canções sobre confusão sentimental, depressão e amor, com ótimo domínio do pop rock alternativo atual.
Já se vão quatro décadas desde o lançamento de “Security”, quarto álbum de Peter Gabriel, um dos trabalhos mais intrincados e intrigantes da carreira do ex-Genesis.
Josh Rouse retorna com um belíssimo álbum, que retoma o melhor de sua carreira, dosando bem influências de pop, soul e funk setentista com o apuro melódico que só ele tem.
Com maior parte das faixas revendo house music, R&B e pop da virada dos anos 1980/90, Beyoncé se sai bem em “Renaissance”, seu novo álbum.
Equilibrando ótimas influências, Ezra Cohen lança seu primeiro disco solo, cheio de canções diretas e bem escritas sobre amor e cotidiano.