Nossa homenagem ao Ota!
É uma lacuna impossível de ser preenchida, deixada por um dos grandes da história dos nossos quadrinhos. Vida longa, Ota.
É uma lacuna impossível de ser preenchida, deixada por um dos grandes da história dos nossos quadrinhos. Vida longa, Ota.
Divulgando seu álbum “Suspeito”, Arrigo Barnabé apareceu em programas de auditório em 1988, cantando a sensacional “Uga-Uga” e dando bananas para o público.
Escrito por Carlos Eduardo Lima em 2006, “Vestido de Flor” é um livro que fala de nostalgia sem negar a beleza do futuro.
O “presidente” brasileiro foi às ruas confirmar o achatamento dos mais pobres, defender o desemprego, ostentar os mortos pela pandemia, exaltar a inflação e glorificar a penúria da população. E, en passant, cagar e mijar na democracia.
O EP da Juliette tem seis faixas e mostra a campeã do último BBB como uma cantora que aborda temas de amor e origens nordestinas em meio a um verdadeiro deserto de possibilidades.
Eric Clapton lançou uma boa canção na qual pede liberdade de expressão e o direito de falar mal de quem o critica por ir contra medidas de isolamento social.
A autora americana Carmem Maria Machado encontrou a casa dos sonhos na sedução, inteligência e paixão de sua namorada, que a acolheu em um cenário de amor e desejo e com a mesma intensidade o destruiu
A morte de Charlie Watts é uma puxada de tapete do Tempo no Baterista. Ele que sempre dominou andamentos e desafiou o transcorrer dos anos com sua banda, agora deixa o presente e entra na história.
Publicações têm vínculo com o Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UFF e serão lançadas no dia 27 de agosto.
Vanessa desconstroi a maternidade, mas não abandona o fato de que uma mulher está sempre parindo. Possuímos corpos que gestam, dão vida e alimentam o que muitas vezes queremos matar.