“Scarlet”: Rolling Stones + Jimmy Page
Aparece “Scarlet”, canção que os Rolling Stones engavetaram em 1973, que traz a presença de Jimmy Page. Faixa é uma das três inéditas que a banda incluiu no relançamento de “Goat Heads Soup”.
Aparece “Scarlet”, canção que os Rolling Stones engavetaram em 1973, que traz a presença de Jimmy Page. Faixa é uma das três inéditas que a banda incluiu no relançamento de “Goat Heads Soup”.
Quem ouviu as canções de “Dois” em 1986 sabe o poder que eles tinham nas nossas vidas. Parecia, pela primeira vez, que alguém conseguia definir em letra e música o que ia pelos nossos pensamentos e angústias.
Estreia de Raul Seixas já apontava o surgimento do mais brasileiro dos roqueiros, misturando referências universais do estilo com brasilidade desconcertante e crítica política e social. Um clássico.
MURAIS é o projeto solo do baterista português Helio Moraes, que vem com disco em setembro cheio de influências do moderníssimo rock atual, com letras e abordagem emocional/emocionante.
Banda inglesa ressurge com disco fidelíssimo às suas origens, evocando belos momentos de guitarras pesadas e letras desesperadas, tudo num invólucro sonoro de fazer inveja a grupos novinhos no rock 2020.
Sim, vem aí o “Snyder Cut”, a versão de … 210 minutos de “Liga da Justiça”, que já era ruim com a direção de Josh Wheldon, que limou alguns arroubos de Zack Snyder. Agora, porém, não teremos como evitar.
Banda lança disco com faixas gravadas em 2015 e mostra mais coesão e composições melhores que o trabalho anterior. Jim James é um dos grandes vocalistas e compositores do rock americano da atualidade.
Sabe quando a gente acorda com uma banda na cabeça? Logo cedo, ouvindo o TNT no serviço de streaming, dá pra sentir como a banda gaúcha conseguiu misturar Stones, malandragem 051 e brilho próprio.
O Gang of Four, uma das mais prestigiosas formações do pós-punk universal, soltou um novo EP nesta sexta-feira, dia 17 de julho.
Pretenders não desperdiçam um segundo em seu novo álbum, trazendo dez faixas bem tocadas, bem produzidas, bem pensadas, num dos momentos de maior coesão de toda a carreira. “Hate For Sale” é ótimo.