Top 21 – Tecnopop Brasileiro dos 80’s
Esta é mais uma lista de sugestões do que um ranking., Vários artistas flertaram firme com timbres tecnopop nos anos 1980 e a gente resolveu escolher alguns dos melhores momentos.
Esta é mais uma lista de sugestões do que um ranking., Vários artistas flertaram firme com timbres tecnopop nos anos 1980 e a gente resolveu escolher alguns dos melhores momentos.
Renascida das cinzas, a banda de Manchester lançou em 1981 seu primeiro álbum, “Movement”, até hoje um disco que não é unanimidade.
Estreando as entrevistas por vídeo na Célula Pop, temos uma conversa sensacional com Rodrigo Amarante, falando sobre política, sentimento, saudade e criação.
Aos 68 anos e cheio de inspiração, Guilherme Arantes faz caminho emocional e crítico sobre o mundo brutalizado, vendo o amor como meio de resistência.
Longa que traz a história de Natasha Romanoff tem pontos positivos, mas não consegue escapar da precariedade do roteiro. Florence Pugh e David Harbour roubam a cena.
Estreia do soulman inglês é arrasadora e remete a grandes influências como Marvin Gaye, Prince, Isaac Hayes e Lauryn Hill, neste disco que é uma pequena obra-prima moderna.
Quarenta anos depois, Nightclubbing ainda impressiona com seu combo de reggae, dub, synth-pop e funk, mostrando que o futuro já estava presente no passado.
Caetano Veloso não gravou só “Transa”. Tim Maia tem discos muito mais legais que “Racional”. Novos Baianos não é apenas “Acabou Chorare”. Pelo fim dos hypes na música nacional.
“Drama”, segundo disco solo de Rodrigo Amarante, é um passeio por lembranças melancólicas que não se foram totalmente e fornecem elementos para um dos álbuns mais belos do ano.
A capa parece de um disco de ex-integrante dos Eagles em 1983, mas é John Mayer brincando de voltar no tempo com o ótimo “Sob Rock”. Sinal verde para um discão.