Nós e Erasmo Carlos contra ricardo salles
Célula Pop se junta ao #FORASALLES e relembra de um clássico da carreira de Erasmo Carlos, que já falava do perigo dos maus tratos ao meio ambiente há 42 anos.
Célula Pop se junta ao #FORASALLES e relembra de um clássico da carreira de Erasmo Carlos, que já falava do perigo dos maus tratos ao meio ambiente há 42 anos.
Aqui está nossa lista de melhores discos nacionais ao vivo. Tem de tudo, de João Gilberto a Paralamas, de Tom Jobim a Jorge Ben, entre muitos outros.
Playlist de parabéns pelos 80 anos do Rei, com 23 gravações pinçadas de sua carreira. O critério? Memória afetiva, lindeza e emoções, muitas emoções.
Documentário de Roberto Berliner tem o mérito de incluir a figura de José Fortes na narrativa dos Paralamas do Sucesso com afeto e uma dimensão humana rara de se ver. Excelente.
Quarteto americano lança segundo álbum com produção caprichada de Greg Kurstin que tenta esconder as composições fracas com minuciosa emulação de timbres setentistas.
Versão de “McCartney III” com participações especiais de Beck, Khruangbin, Damon Albarn, entre vários outros, é irregular e traz belezuras e erros. Mas vale pela intenção.
Em vias de fazer 80 anos, a gente resgata um texto sobre a importância de Roberto Carlos e de sua clássica “O Portão”, um libelo sobre a ressaca hippie no início dos anos 1970.
Estreia da banda paulista é uma maravilha de psicodelia, paixão, guitarras, desilusão, loucura, dia, noite e perplexidade calma diante do mundo. Bravo.
Falar do primeiro disco do Massive Attack, “Blue Lines”, que fez 30 anos, é entender a condição de existência dos descendentes e imigrantes negros na Inglaterra do século 20.
Coletânea de remixes leva originais de Rita Lee e Roberto de Carvalho para outros tempos e outros lugares da música pop, com criatividade e liberdade de ação. Sensacional.