Será o Hermano?
Saí na Estação Uruguai pela Rua José Higino e, alguns metros à minha frente, na Conde de Bonfim, vi o Hermano Vianna.
Consulte mais informaçãoSaí na Estação Uruguai pela Rua José Higino e, alguns metros à minha frente, na Conde de Bonfim, vi o Hermano Vianna.
Consulte mais informaçãoDia desses um amigo veio me contar que um conhecido em comum havia morrido. Uma infelicidade, inesperada, começou o dia de um jeito e, pronto, terminou assim, sem vida.
Consulte mais informaçãoEu não sei trocar um pneu, e não acho que eu tinha que saber, a não ser, é claro, se eu dirigisse. De igual modo, eu não acho que o mecânico da minha rua deveria saber quem é Jeff Tweedy, a não ser, é claro, que ele queira uma boa lista de músicas para ouvir quando estiver numa autoestrada.
Consulte mais informaçãoEsse livro, “Eu Falar Bonito Um Dia”, do David Sedaris (Companhia das Letras, 2000), tem me acompanhado nas últimas semanas como uma espécie de livro-pausa.
Consulte mais informaçãoO pior chefe/cliente que eu tive foi também uma das piores pessoas que conheci na vida.
Consulte mais informaçãoA banda, imparável, imorrível e insuperável, segue escrevendo sua história com discos, turnês, shows, desafiando o tempo e a lógica.
Consulte mais informaçãoTalvez seja a banalidade que torne tudo bonito. Palavras não encerram possibilidades, só dão nomes àquilo que já existe.
Consulte mais informaçãoUm dia a Anna e o Luã viraram um casal. Hoje moram num bairro vizinho e por Deus que eles são duas do total de umas 10 pessoas que eu convidaria para o meu casamento.
Consulte mais informaçãoNaquela tarde, chorei por um livro. Mas foi de alegria. Diferente da noite em que chorei por um livro, uma camisa do Botafogo, um celular e um George Foreman Grill.
Consulte mais informaçãoSe o Murakami mais famoso é melancolia, jazz e gatos, o primo do submundo é violência, punk e baratas esmagadas.
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