Alan James lança novo single

 

 

O cantor, compositor e multi instrumentista carioca Alan James ​abre a nova fase de sua carreira com o single ​“Antes Que o Dia Acabe”​. A faixa traz uma releitura contemporânea do rock dos anos 60 e 70 que inspira o artista e é um lançamento Caravela/Warner Music Brasil. A música está disponível em todas as plataformas de música digital e ganha um lyric video.

 

“Acho que essa faixa define totalmente qual é o meu sentimento e identidade musical nesse momento. Esse é o meu primeiro lançamento em 2 anos após a minha estréia solo e com ela quero dar início a um projeto de lançar alguns singles que não devem compor um disco”, conta Alan.

 

Este é o primeiro lançamento após encerrar o ciclo de ​“Despertar”​, primeiro álbum do artista. O debut trazia faixas com referências de Clube da Esquina a Paul McCartney que refletem o clima desta nova faixa. Alan tem uma trajetória cheia de caminhos percorridos em um eterno processo de renovação, criação e recriação. Integrou bandas e duos e foi produtor e co-produtor musical para renomados artistas. O início de sua trajetória musical foi com ​Geminianos​, com quem tem dois discos e um EP. Também foi tecladista de Wagner José e seu Bando e gravou o EP “Sempre como Nunca”​. Como produtor, trabalhou em singles de ​Cezar Rodriguez​, além de ter co-produzido os discos ​“Primal” e ​“Visceral”​, de ​Luiz Lopez (Filhos de Judith, Erasmo Carlos), tendo neste último gravado baixo e backing-vocal; e o single ​“Meu Lugar”​, de ​Jardel Muniz​ (no qual também foi o baixista).

 

Enquanto se dedicava ao seu debut, ao lado dos parceiros Jardel Muniz, Anderson R-Vox e Raphael Scherer​, também trabalhou em composições para cinema, tendo assinado as trilhas dos curtas ​“Cemitério dos Pássaros” ​(2017) e ​“O Jardim de Maria” (2018). “Antes Que o Dia Acabe” é o primeiro de uma série de singles e já está disponível em todas as plataformas de streaming de música.

 

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CEL

Carlos Eduardo Lima (CEL) é doutorando em História Social, jornalista especializado em cultura pop e editor-chefe da Célula Pop. Como crítico musical há mais de 20 anos, já trabalhou para o site Monkeybuzz e as revistas Rolling Stone Brasil e Rock Press. Acha que o mundo acabou no início dos anos 90, mas agora sabe que poucos e bons notaram. Ainda acredita que cacetadas da vida são essenciais para a produção da arte.

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