Luísa e os Alquimistas lança o clipe de ”Cadernin”

 

 

Depois de lançamentos como “Garota Ligeira”, “Furtacor” e “Olhos de Tocha”, Luísa e os Alquimistas, dá vida à música “Cadernin”, single do álbum “Jaguatirica Print” (Natura Musical / Rizomarte Recors, 2019) lançado em setembro pela banda potiguar.

 

O vídeo tem concepção assinada por Marina Mole, do coletivo Mole Enterprise, e conta com atuação de Luísa ao lado de duas amigas: Luê, cantora que também participou do clipe “Garota Ligeira”, e Gabriela Lopes.

 

O clipe possui dois cenários: o primeiro é um ambiente mais intimista e o segundo, mais solar. “Essa ideia surgiu a partir da letra da música, que trata sobre um amor que está distante, e que está anotado no caderninho, mas que não é o único. Ainda que a Luisa apareça cantando sozinha no quarto, ela também aparece muito bem acompanhada das amigas interpretadas por Luê e Gabriela Lopes”, conta Marina.

 

A estética dos anos 2000 também é bem explorada ao longo do vídeo com referências como TLC, Britney Spears e objetos que o público reconhecerá, mas que não faz mais parte do cotidiano. A paleta de cores, muito bem trabalhada, ajuda a criar o clima que ora é individual, ora é em grupo.

 

O single faz parte do disco “Jaguatirica Print” que foi selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2019, com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura. “Natura Musical sempre acreditou na força da música para mobilizar as pessoas. Para refletir esse propósito e dar espaço à diferentes vozes, a plataforma apoia artistas e bandas capazes de amplificar debates contemporâneos. Além de entreter, eles também usam a arte como um meio de questionamento e transformação. É o caso de Luísa e os Alquimistas em seu novo trabalho”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura.

 

 

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CEL

Carlos Eduardo Lima (CEL) é doutorando em História Social, jornalista especializado em cultura pop e editor-chefe da Célula Pop. Como crítico musical há mais de 20 anos, já trabalhou para o site Monkeybuzz e as revistas Rolling Stone Brasil e Rock Press. Acha que o mundo acabou no início dos anos 90, mas agora sabe que poucos e bons notaram. Ainda acredita que cacetadas da vida são essenciais para a produção da arte.

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