1996 – Ou o futuro ancestral do rock
Odelay, o álbum pop experimental de Beck que mistura folk, blues, country, punk, hip hop e referências latinas, completa 30 anos
Odelay, o álbum pop experimental de Beck que mistura folk, blues, country, punk, hip hop e referências latinas, completa 30 anos
Banda inglesa foi um pilar fundamental do pop rock de extremo bom gosto e trazia na figura de Boy George um dos maiores cantores da época.
Álbum de 1968 ganha novíssima remasterização e reluz como joia em meio aos discos medalhões da época, provando que o pop noir de Nancy e Lee Hazlewood era genial.
Celebrando a obra prima da banda de Manchester, o disco que subiu The Smiths de prateleira e ganhou o mundo.
“Ãmbar”, lançado por Maria Bethânia em 1996, não está nas plataformas de streaming. Mal visto na época e mal entendido, hoje, a meu ver, é clássico esquecido em sua discografia.
Este texto homenageia os trinta anos de “Odelay”, disco do Beck, e a resenha de Zeca Camargo para a Showbizz da época, ambos antológicos.
Gilson, intérprete e autor de “Casinha Branca”, faleceu em 30 de maio mas sua canção permanece no tempo, como sinal de uma utopia pós-hippie bem brasileira.
“Spirit Of Eden” e “Laughing Stock” são dois álbuns decisivos para a formação do rock dos anos 1990, sendo responsáveis pela evolução de bandas como o Radiohead.
“Good Times”, lançado em 2016, faz dez anos enquanto a banda americana comemora sessenta anos de existência. Disco é praticamente perfeito.
Artista baiano é importantíssimo na formatação da música pop brasileira dos anos 1990, atuando como músico e compositor em várias frentes.