Future Islands anuncia novo álbum para outubro

 

 

O Future Islands compartilhou detalhes de seu novo álbum, uma nova música e um show especial em livestream. O grupo de Baltimore lançará “As Long As You Are”, seu sexto álbum de estúdio, em 9 de outubro via 4AD.

 

As Long As You Are olha para o passado e também para o futuro, enfrentando velhos fantasmas e abraçando uma nova esperança. É um álbum sobre confiança, cheio de honestidade, redenção e desapego, permitindo que velhas feridas cicatrizem ao encerrar capítulos dolorosos.

 

As Long As You Are também sinaliza para uma nova era para o Future Islands. O baterista Mike Lowry se junta oficialmente como membro e compositor, complementando o trio fundador: William Cashion, Samuel T. Herring e Gerrit Welmers. O quarteto assumiu funções de produção pela primeira vez, co-produzindo “As Long As You Are” com Steve Wright, no Wrightway Studios, em Baltimore. Seu synthpop new wave repleto de melodias alegres e refrões celestiais é tão eufórico e alegre quanto qualquer obra da banda em seus 14 anos de carreira.

 

No dia do lançamento de “As Long As You Are”, 9 de outubro, o Future Islands transmitirá exclusivamente um show muito especial diretamente de sua cidade natal, Baltimore. Para mais detalhes e para comprar ingressos, As Long As You Are e merchs de edição limitada do As Long As You Are, dirija-se à loja da banda.

 

As Long As You Are estará disponível digitalmente, em CD, vinil preto padrão, vinil azul petróleo (4AD e lojas independentes apenas), vinil laranja fluorescente (apenas lojas da banda) e cassete (4AD Store, loja da banda e lojas independentes dos EUA).

 

As Long As You Are

Faixas
1. Glada
2. For Sure
3. Born In A War
4. I Knew You
5. City’s Face
6. Waking
7. The Painter
8. Plastic Beach
9. Moonlight
10. Thrill
11. Hit The Coast

 

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CEL

Carlos Eduardo Lima (CEL) é doutorando em História Social, jornalista especializado em cultura pop e editor-chefe da Célula Pop. Como crítico musical há mais de 20 anos, já trabalhou para o site Monkeybuzz e as revistas Rolling Stone Brasil e Rock Press. Acha que o mundo acabou no início dos anos 90, mas agora sabe que poucos e bons notaram. Ainda acredita que cacetadas da vida são essenciais para a produção da arte.

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