Só meio “The Queen Is Dead” é bom?
Quarto disco dos Smiths completa quarenta anos e segue como um dos trabalhos mais importantes de uma banda alternativa em todos os tempos.
Quarto disco dos Smiths completa quarenta anos e segue como um dos trabalhos mais importantes de uma banda alternativa em todos os tempos.
Derrota para a Noruega, coberturas horríveis, narradores torcendo, bets por todos os cantos, a Copa é o caos total.
“Confessions II” recoloca a superestrela de volta no caminho da música dançante mais, digamos, tradicional e oitentista, reconectada com que sabe fazer de melhor.
Terceiro disco do Prodigy rachou o chão das pistas, contaminou os palcos e levou a música eletrônica até onde ela nunca esteve.
Banda inglesa foi um pilar fundamental do pop rock de extremo bom gosto e trazia na figura de Boy George um dos maiores cantores da época.
Com roteiro surpreendente e novos personagens sensacionais, “Toy Story 5” foge do maniqueísmo e deve ser visto por todos os pais e mães.
Trio inglês retorna à boa forma em seu melhor álbum dos últimos onze anos, com uma baixada de bola na pretensão e atenção às composições.
Álbum de 1968 ganha novíssima remasterização e reluz como joia em meio aos discos medalhões da época, provando que o pop noir de Nancy e Lee Hazlewood era genial.
Vince Staples, direto de Long Beach, Califórnia, faz um disco sensacional, político, engajado e cheio de acenos ao rock. Clássico instantâneo.
Banda australiana deixa de lado a psicodelia em favor de canções mais objetivas e se dá bem com um ótimo disco.