Replacements lançam clipe de “Can’t Hardly Wait”

 

 

Sim, é isso mesmo. A legendária banda The Replacements lançou um clipe para sua sensacional “Can’t Hardly Wait”. A ocasião não poderia mais apropriada. Será lançada em 9 de outubro uma versão de luxo de “Pleased To Meet You”, com três CDs e um LP, trazendo, além do disco original, de 1987, nada menos que 55 faixas, sendo que 29 delas são inéditas. Vai ter de tudo:  versões ao vivo, novas mixagens, sobras de estúdio e um monte de surpresas para fãs. Foi este disco que os Replacements começaram a se fragmentar, encerrando a carreira dois anos depois.

 

 

Além da música, a edição de luxo vai trazer fotos raras ou inéditas, além de um livro com a história detalhada do processo criativo e da gravação do disco, escrito por Bob Mehr, autor da biografia da banda “Trouble Boys: The True Story of the Replacements.” Bob é o produtor deste relançamento, junto com Jason Jones.

 

 

“Pleased To Meet Me” foi gravado em Memphis, no lendário Ardent Studios, com a presença do produtor Jim Dickinson. Uma novíssima mixagem de “Can’t Hardly Wait” foi feita por  Jimmy Iovine.  O primeiro CD trará o álbum remasterizado. O segundo vem com quinze demos, onze delas inéditas, gravadas no Blackberry Studios, em Minneapolis. Além delas, o disco traz mais oito demos, entre elas, “Shooting Dirty Pool,” duas versões de “Kick It In,” e “Even If It’s Cheap,” cujo verso inicial (“Pleased to meet me/the pleasure’s all yours”) deu origem ao título do disco.

 

 

O LP virá com treze mixes alternativosm produzidos por John Hampton, praticamente a totalidade do disco.  that include the majority of the album along with non-album tracks like “Election Algumas canções solo de Paul Westerberg estão presentes como outtakes, entre elas, “Run For The Country” e “Learn How To Fail,” além da canção composta pelo baixista Tommy Stinson, “Trouble On The Way”.

 

Banquete para fãs da banda e interessados em sons que pavimentaram o rock alternativo noventista americano.

 

 

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CEL

Carlos Eduardo Lima (CEL) é doutorando em História Social, jornalista especializado em cultura pop e editor-chefe da Célula Pop. Como crítico musical há mais de 20 anos, já trabalhou para o site Monkeybuzz e as revistas Rolling Stone Brasil e Rock Press. Acha que o mundo acabou no início dos anos 90, mas agora sabe que poucos e bons notaram. Ainda acredita que cacetadas da vida são essenciais para a produção da arte.

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