Você conhece o SUPER SUS?

 

 

O grande truque da pós-modernidade é fazer os temas importantes chegarem ao público. Se você falar sobre SUS com alguns de seus amigos, certamente eles irão te achar um/a chato/a. Mas, se você disser que a pessoa pode descobrir a importância do Sistema Único de Saúde através de um … joguinho para celular, imagino que a reação vai variar da curiosidade ao entusiasmo, isso, claro, se seus amigos e conhecidos tiverem a noção clara da importância que o SUS tem para a nossa vida.

 

O SUS é considerado um dos maiores sistemas de saúde do mundo e foi instituído através da Constituição Federal de 1988 , contempla o direito a saúde para todos os cidadãos. O SUS oferece atendimento gratuito à população brasileira através de suas unidades como os Postos, Centros de Saúde, Hospitais Públicos, Hemocentros, Vigilâncias Sanitária e Epidemiológica, assim como Institutos de pesquisa acadêmica e cientifica. Conheço gente que já precisou e foi muito bem atendida pelo Sistema. Como cidadãos, deveríamos lutar para que ele fosse expandido e oferecido cada vez mais às populações que não têm como pagar pelo atendimento, cada vez mais irreal de tão caro.

 

A equipe responsável pelo jogo é composta por especialistas ligados à Fundação Osvaldo Cruz. São eles: Islândia Carvalho, Andreza Santos, Bruno Leite, Bruno Saraiva, Déborah Vanessa, Diego Silva, Lays Hevecia, Túlio Mesquita, e Rafaely Costa. A Fiocruz  é uma instituição de ciência e tecnologia em saúde . Nela são executados  projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, que produzem conhecimentos para o controle de doenças , além de  temas ligados à saúde coletiva, entre os quais a violência , as mudanças climáticas, e à história da ciência.

 

No link abaixo você acessa a página do Super SUS e, a partir dela, pode baixar para o seu celular nas versões Android e IOS.

 

Super Sus

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CEL

Carlos Eduardo Lima (CEL) é doutorando em História Social, jornalista especializado em cultura pop e editor-chefe da Célula Pop. Como crítico musical há mais de 20 anos, já trabalhou para o site Monkeybuzz e as revistas Rolling Stone Brasil e Rock Press. Acha que o mundo acabou no início dos anos 90, mas agora sabe que poucos e bons notaram. Ainda acredita que cacetadas da vida são essenciais para a produção da arte.

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