New Order Volta com Ao Vivo “Intimista”

Em julho de 2017, o New Order retornou ao palco do Old Granada Studios, em Manchester, onde o Joy Division fez sua estreia na televisão no programa “So It Goes” de Tony Wilson, em 1978. Para o show “∑(No,12k,Lg,17Mif): Live at Manchester International Festival de New Order + Liam Gillick: So it goes..”, a banda repensou e reconstruiu uma grande quantidade de material de toda a sua carreira: canções familiares e obscuras, antigas e novas. O disco chega em 12 de julho.

O trabalho inclui faixas como “Disorder”, do álbum “Unknown Pleasures” do Joy Division e algumas canções não tocadas ao vivo há 30 anos. O álbum foi gravado ao vivo em 13 de julho de 2017 e inclui o show completo, bis e mais 3 faixas adicionais.

Criado em colaboração com o artista visual Liam Gillick, que já havia apresentado exposições individuais em locais como Tate Britain e MoMA em Nova York; e orquestrado pelo compositor-arranjador Joe Duddell, um colega de Manchester e um colaborador freqüente da banda, o show ao vivo foi apresentado pela banda com um conjunto de 12 colunas de sintetizadores do Royal Northern College of Music.

Ouça “Sub-Culture”, primeiro single do disco.

 

 

TRACKLIST
1 Times Change (Live at MIF)
2 Who’s Joe (Live at MIF)
3 Dream Attack (Live at MIF)
4 Disorder (Live at MIF)
5 Ultraviolence (Live at MIF)
6 In A Lonely Place (Live at MIF)
7 All Day Long (Live at MIF)
8 Shellshock (Live at MIF)
9 Guilt Is A Useless Emotion (Live at MIF)
10 Subculture (Live at MIF)
11 Bizarre Love Triangle (Live at MIF)
12 Vanishing Point (Live at MIF)
13 Plastic (Live at MIF)
14 Your Silent Face (Live at MIF)
15 Decades (Live at MIF)
16 Elegia (Live at MIF)
17 Heart & Soul (Live at MIF)
18 Behind Closed Doors (Live at MIF)

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CEL

Carlos Eduardo Lima (CEL) é doutorando em História Social, jornalista especializado em cultura pop e editor-chefe da Célula Pop. Como crítico musical há mais de 20 anos, já trabalhou para o site Monkeybuzz e as revistas Rolling Stone Brasil e Rock Press. Acha que o mundo acabou no início dos anos 90, mas agora sabe que poucos e bons notaram. Ainda acredita que cacetadas da vida são essenciais para a produção da arte.

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