Janelle Monáe lança single a favor do voto

 

 

A novíssima canção “Turntables” marca a primeira música original de Janelle Monáe desde a indicação ao Grammy com seu terceiro álbum solo, “Dirty Computer”, de 2018. Ela foi escrita por Monáe, Nathaniel Irvin III e George A. Peters, com produção assinada por Nate “Rocket” Wonder e Roman GianArthur. É, mais que tudo, uma chamada na chincha dos americanos para comparecer às urnas.

 

O filme “All In: The Fight For Democracy” examina o quão, muitas vezes, são esquecidas, mas ainda insidiosas as questões da supressão do eleitor nos Estados Unidos em antecipação às eleições presidenciais de 2020. Dirigido e produzido pela diretora indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Liz Gasbus e Lisa Cortés, diretora também indicada ao Emmy e Oscar, e pelos produtores vencedores do Oscar, Dan Cogan e Stacey Abrams, o longa traz várias experiências pessoais, que se confundem com o ativismo atual, oferecendo uma visão histórica sobre o assunto.

 

Com a perspectiva e experiência de Stacey Abrams, a ex-líder da minoria da Câmara dos Representantes da Geórgia e fundadora do grupo de defesa da supressão dos eleitores, Fair Fight Action, “All In: The Fight For Democracy”, trará ao público uma visão privilegiada sobre leis e barreiras ao voto, das quais as pessoas nem sabe e sobre como elas são uma ameça aos direitos básicos dos cidadãos dos Estados Unidos.

Acompanhando o lançamento de “All In: The Fight For Democracy”, as diretoras e a Amazon Studios lançaram a #ALLINFORVOTING, uma campanha de impacto social com organizações sem fins lucrativos e com base para lançar conteúdo digital para combater a desinformação sobre o processo de votação, e lançar uma programação de campanha direcionada para educar e registrar os eleitores pela primeira vez.

 

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CEL

Carlos Eduardo Lima (CEL) é doutorando em História Social, jornalista especializado em cultura pop e editor-chefe da Célula Pop. Como crítico musical há mais de 20 anos, já trabalhou para o site Monkeybuzz e as revistas Rolling Stone Brasil e Rock Press. Acha que o mundo acabou no início dos anos 90, mas agora sabe que poucos e bons notaram. Ainda acredita que cacetadas da vida são essenciais para a produção da arte.

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