Eagles de volta com “Live At The Forum MXMVIII”

 

Os Eagles passaram a maior parte de 2018 em uma extensa turnê norte-americana que juntou Don Henley, Joe Walsh e Timothy B. Schmit com Vince Gill e Deacon Frey. Recebendo elogios de fãs e críticos, o quinteto chegou ao Fórum em Los Angeles para três shows esgotados e aclamados pela crítica nos dias 12, 14 e 15 de setembro. Destaques das três apresentações foram compilados para o novo álbum ao vivo de 26 faixas, “Live At The Forum MXMVIII”, com lançamento previsto para 16 de outubro em todas as plataformas digitais e lojas físicas do país no formato CD duplo.

 

“Live At The Forum MXMVIII” trará performances ao vivo dos sucessos mais emblemáticos da banda (“Hotel California”, “Take It Easy”, “Life In The Fast Lane”, “Desperado”) e das mais amadas (“Ol ’55,” These Shoes”), junto com alguns dos maiores sucessos das carreiras solo dos membros da banda (“Boys Of Summer” de Henley, “Rocky Mountain Way” de Walsh, e “Don’t Let Our Love Start Slippin ‘Away” de Gill).

 

No atual cenário do rock, os Eagles mantêm um apelo que transcende geração e gênero, consolidando o papel da banda como ícone musical duradouro. Como a banda americana mais vendida dos anos 70 e uma das bandas mais vendidas de todos os tempos, os Eagles venderam mais de 150 milhões de álbuns em todo o mundo, conquistaram seis álbuns número um e lideraram as paradas de singles cinco vezes. “Their Greatest Hits 1971-1975” e “Hotel California” são os álbuns mais vendidos de todos os tempos, de acordo com a RIAA, certificados Platinum 38x e 26x, respectivamente. Eles ganharam seis prêmios Grammy, foram introduzidos no Rock & Roll Hall of Fame em 1998, no primeiro ano de elegibilidade, e receberam o Kennedy Center Honors em 2016.

 

Projeto estará disponível nas plataformas digitais e na versão 2CD nas lojas de todo país a partir de 16 de Outubro

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CEL

Carlos Eduardo Lima (CEL) é doutorando em História Social, jornalista especializado em cultura pop e editor-chefe da Célula Pop. Como crítico musical há mais de 20 anos, já trabalhou para o site Monkeybuzz e as revistas Rolling Stone Brasil e Rock Press. Acha que o mundo acabou no início dos anos 90, mas agora sabe que poucos e bons notaram. Ainda acredita que cacetadas da vida são essenciais para a produção da arte.

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