Vem aí David Bowie ao vivo em 1995

 

 

A Warner Music anunciou que “Ouvrez Le Chien (Live Dallas ‘95)”, de David Bowie, um álbum ao vivo inédito, será disponibilizado em todas as plataformas digitais a partir do dia 03 de julho. O single “Teenage Wildlife (Live Dallas ‘95)” está disponível para streaming a partir de hoje, dia 26 de junho. “Ouvrez Le Chien” foi gravado ao vivo no Starplex Amphitheatre, em Dallas, nos Estados Unidos, em 13 de outubro de 1995, durante a parte americana da turnê “Outside”.

 

 

A frase “ouvrez le chien” (“abra o cachorro”, em francês) apareceu originalmente na música “All The Madmen”, do álbum “The Man Who Sold The World”, que comemora seu 50º aniversário este ano. Bowie também usou a frase no single de 1993 “Buddha Of Suburbia”, mais uma vez soletrando “ouvre” sem um ‘z’. O ‘z’ foi restaurado quando a frase e a tradução em inglês foram destaque no cenário da turnê “Outside”, de 1995.

 

 

O álbum “Ouvrez Le Chien” também apresenta duas faixas bônus, “Moonage Daydream (single mix)” e “Under Pressure (single mix)”, gravadas ao vivo no National Exhibition Centre, Birmingham, em 13 de dezembro de 1995. Anteriormente disponíveis no “Hallo Spaceboy”, em CD, ambas as faixas estão fazendo estreia no streaming.

 

 

“Ouvrez Le Chien” foi produzido por David Bowie e gravado por Steve Guest*. Mixado por David Richards no Mountain Studios, Suíça, com a ajuda de Sam Curtis. Os músicos são David Bowie – vocais e saxofone, Carlos Alomar – guitarra rítmica, Reeves Gabrels – guitarra e vocais, Gail Ann Dorsey – baixo e vocais, Zachary Alford – bateria, Peter Schwartz teclados e sintetizadores, George Simms – vocais, Mike Garson – piano e teclados. A foto da capa de “Ouvrez Le Chien” foi tirada por Iman, durante a turnê de 95.

 

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CEL

Carlos Eduardo Lima (CEL) é doutorando em História Social, jornalista especializado em cultura pop e editor-chefe da Célula Pop. Como crítico musical há mais de 20 anos, já trabalhou para o site Monkeybuzz e as revistas Rolling Stone Brasil e Rock Press. Acha que o mundo acabou no início dos anos 90, mas agora sabe que poucos e bons notaram. Ainda acredita que cacetadas da vida são essenciais para a produção da arte.

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